Exemplo: Escola Joúo Brembatti Calvoso de Ponta Porú adota cadelinha
Lili Calvosete já é a sensaÃ┬ºúo da escola
Um dos mais belos gestos que tem o de amparar quem no fala, n sabe trabalhar, no tem como se manter. Muitos cachorros perambulam pelas cidades e morrem de fome, sede e frio, enquanto pessoas passam e nem sequem lanam um olhar para o ser que parece se tornar invisvel.
Mas com uma cadelinha de Ponta Por a histria foi diferente e depois de muito sofrer pelas ruas da cidade, recebeu o aconchego e cuidado da direo e alunos da escola Joo Brembatti Calvoso.
Lili Calvosete, como agora chamada, apareceu na escola e desde ento est sendo cuidada e amada. Lili j foi ao PetShop e ao veterinrio, fez exame de sangue e foi vermifugada.
"Ela est sadavel e no oferece riscos a comunidade escolar. A presena dela na escola est trazendo alegria e diverso aos alunos alm de ser um grande ensinamento quanto ao trato dos animais", afirmou a direo da escola.
Foi enfatizado ainda que a escola um local onde se forma cidados e os alunos esto aprendendo a respeitar e cuidar de todas as formas de vida.

A escola est sendo um exemplo de respeito ao direito e bem estar dos animais de estimao (gatos e cachorros geralmente) e segue na linha da Prefeitura de Ponta Por que tambm abrigou e adotou o Nego que faz a alegria de todos os servidores, que ajudam e contribuem com sua alimentao e cuidados de higiene.
Fato importante que na escola, as crianas vo aprendendo que importante dar amor e respeitar os animais, no devendo estes ser maltratados, lembrando que quem comete tal crime responsabilizado por meio da lei 9605 de 1998.
SOBRE CES E CRIANAS
Ces so fofos, crianas so fofas, juntem os dois e estaremos vomitando arco-ris. Exceto quando a criana resolve judiar do co. Ou quando o cachorro morde ela. A, temos um problema Diante de tantos casos de maus tratos a animais, precisamos pensar sobre a forma como as nossas crianas se relacionam com eles.
Um beb no sabe que puxar aqueles pelinhos macios machuca o cachorro, e este, por sua vez, no deve ser obrigado a tolerar a dor s porque quem o est ferindo uma criana. Cabe aos pais a funo de ensinar a criana, desde beb, como lidar com os bichos. preciso mostrar o jeito certo de fazer carinho sem machucar E, mais do que isso, preciso estar presente, j que deixar um beb ou criana pequena sozinha com ces (independente de raa ou porte) nunca uma boa ideia.
Quando vemos notcias de ataques de ces a crianas, as opinies parecem sempre se dividir em dois "partidos": um lado defendendo a criana, pobre vtima indefesa de uma fera sanguinria; e o outro lado, defendendo o co, que quase certamente foi provocado. Mas poucos mencionam os pais. Qual o papel dos pais nessa histria toda?
Quando uma criana maltrata um animal, o que devemos nos perguntar : o que a levou a fazer isso? e, na grande maioria das vezes, "o qu" um adulto. Um adulto que ensina, pelo exemplo, que os animais so "coisas" desprovidas de sentimentos; ou, ainda, que normal bater em algum que bem menor do que voc e no pode se defender, seja este "algum" uma pessoa ou um animal. Uma criana que cresa neste tipo de ambiente, com este tipo de adultos, acaba ela prpria se tornando um adulto agressor posteriormente. Mas a culpa no dela. E a boa notcia que ainda d tempo de mudar isso, se a gente fizer uma forcinha.
Crianas que so criadas em lares amorosos, onde h respeito a humanos e a animais, so muito menos propensas a agredirem outras crianas ou bichos. Elas so capazes de empatia, e de compreender que ces no so "coisas". Mas, para isso, precisam de exemplos.





